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MINICURSOS

A Constituição desde 1988, assegura a todos as condições de acesso e permanência a escola, mas ainda existem algumas dificuldades no que diz respeito a Educação Inclusiva. Esta área de ensino proporciona um tipo de escola capaz de acolher as diferenças em ambiente multicultural, onde através de novas práticas de ensino seja possível encontrar respostas educativa as necessidades de cada aluno. Referindo-se a educação inclusiva de deficientes visuais, observamos a dificuldade de contribuir com eficácia para esse processo de ensino aprendizagem devido à escassez de materiais adequados nas escolas regulares e pela falta de incentivo a formação de professores para desenvolver um trabalho mais eficaz, indo de encontro as necessidades educativas de jovens incluídos na escola regular. Sabemos que, cada aluno apresenta um ritmo único no processo de evolução, ao tempo que devem ser consideradas suas peculiaridades. No que diz respeito ao ensino de alunos com deficiência visual, os recursos pedagógicos utilizados devem estar voltados para os seus sentidos remanescentes, como o tato e a audição. Partindo desse pressuposto, o presente minicurso tem como objetivo despertar nos participantes o interesse em desenvolver estratégias metodológicas que permitam a garantia de um ensino eficaz para alunos com DV, buscando contribuir com a implantação real de uma escola inclusiva. Para tanto, utilizaremos uma metodologia dinâmica de modo a promover reflexões sobre esta temática, e a partir de textos, imagens e demonstrações expor a necessidade de adaptar nossos pensamentos, recursos e avaliações. O minicurso se apoia nas ideias de Pietro (2006), ao nos fazer refletir sobre a necessidade de compreender a diversidade dos alunos em sala de aula e a necessidade de uma formação continuada, e de Mantoan (2007), que nos mostra que as adaptações educacionais não devem ser consideradas grandes inovações, mas devem ser compreendidas por todos e aceitas sem muitas resistências. Além disso, buscaremos nas ideias de Vygotsky compreender a importância da mediação dos professores levando em conta as necessidades e especificidades de cada aluno.
Ministrantes: BRUNA TAYANE DA SILVA LIMA, FÁBIO ALEXANDRE SANTOS, LUCIANA MARIA DE SOUZA MACÊDO

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 17

Com o avanço e popularização das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC), é inegável que ocorreram mudanças significativas no meio educacional. Em consequência disto, os alunos que nasceram num mundo cercado pelas TDIC, estando acostumados a aprender de maneira dinâmica, sentem-se desmotivados ao encontrarem na escola alguns professores que utilizam metodologias de ensino baseadas em processos de memorização e pouca participação. Diversos estudos apontam para os benefícios do uso dos games em sala de aula, devido sua característica de manter os jogadores concentrados, motivados e interessados em adquirir novos conhecimentos, entretanto, em alguns casos, seu uso é de difícil execução. Uma alternativa metodológica promissora para esta realidade é a gamificação, que se baseia na utilização da lógica dos games em ambientes reais, promovendo o engajamento e motivação dos indivíduos envolvidos, e que tem grande potencial para ser empregada em sala de aula, pois não demanda, necessariamente, o uso de recursos digitais de difícil acesso. Nesse sentido, o objetivo deste minicurso é discutir e analisar as potencialidades da gamificação e das novas tecnologias digitais no processo de ensino e aprendizagem. O minicurso será organizado em três momentos: primeiramente será feita uma explanação sobre o uso das TDIC e da gamificação em sala de aula; no segundo momento, serão apresentados alguns recursos digitais e propostas de atividades gamificadas; no terceiro momento será escolhida e utilizada na perspectiva da gamificação uma das ferramentas digitais apresentadas, de modo que todos participem e compreendam como utilizá-la em sala de aula. Por fim será feito um momento de discussão e avaliação, estabelecendo-se conexões entre a teoria apresentada e a prática realizada. Espera-se que com a aplicação deste minicurso, os participantes adquiram conhecimentos relevantes sobre a gamificação em sala de aula e também se sintam motivados e encorajados a utilizá-la, gerando assim novas expectativas e experiências sobre as TDIC e os processos de ensino e aprendizagem.
Ministrante: MARLON TARDELLY MORAIS CAVALCANTE, DANIELE DA SILVA PEREIRA, LUCAS HENRIQUE VIANA

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

Nosso minicurso, relacionado ao Grupo de Diálogo sobre Formação de Professores, tem como objetivo orientar professores de línguas estrangeiras em formação inicial e/ou continuada sobre a importância da utilização do feedback oral e/ou escrito em sala de aula no intuito de promover uma postura reflexiva por parte dos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem da língua-alvo. Para atingir esse fim, inicialmente, apresentaremos algumas contribuições teóricas com definições de feedback (GALLIMORE e THARP, 1986; PAIVA, 2002) e suas categorias (PACHALSKI e ROSA, 2005), bem como a noção de afetos aleatórios no desenvolvimento humano (BRONCKART, 1999 e SPINOZA, 2008). Em seguida, demonstraremos algumas atividades práticas quanto ao uso do feedback em aula (WILLIANS, 2005), de modo que os participantes possam vivenciar essa experiência e utilizá-la de forma significativa em seus respectivos contextos de ensino.
Ministrante: KARYNE SOARES DUARTE SILVEIRA, JOSÉ LUCIANO MARCULINO LEAL

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 19

Com o advento dos avanços das cientificidades médicas no contexto brasileiro, aos poucos desenvolveram-se mudanças nos códigos comportamentais da sociedade, principalmente daqueles que viviam nos grandes centro urbanos, pois eram incitados a experimentar os benefícios advindos da medicalização, as quais compreendem a diminuição do grau da eficácia das doenças e uma maior longevidade. Logo, houvera certa valoração do conhecimento médico e posterior propagação das práticas educativas voltadas à saúde e higiene. Com isso, entende-se que tais práticas se basearam inicialmente no modelo assistencial biomédico, pois trata-se de um modelo a qual o princípio curativo de ação predominava, entretanto após a reforma sanitária desenvolveram-se ações integradas em saúde mais atuais. Atualmente, ambos os modelos, tanto o médico-privatista quanto o de ações integradas-coletivas em saúde, coadunam e posicionam-se entre si para suas devidas implementações no sistema de saúde brasileiro. A proposta do minicurso busca apresentar ao público o contexto social a qual o processo de medicalização tomou forma no cenário brasileiro conferindo ao médico o controle sobre os corpos, e como a saúde coletiva entra em contraponto a esse processo. Cuja contribuição do curso apoia-se na reflexão e debate de como o sistema de saúde brasileiro tem sido desenvolvido, além de uma posterior explanação dos modelos assistenciais de saúde e seus embates, tendo em vista o questionamento se há mesmo um cuidado de si do sujeito para consigo próprio na atualidade ou apenas a efetivação das prescrições médicas e seus códigos de condutas, espera-se atingir não só os profissionais da saúde cujo discurso é circulado entre eles, como também ao público acadêmico que detenha interesse em ponderações a respeito da história da saúde brasileira. A proposta do minicurso coaduna com o GD História da Saúde e das Doenças no que tange às práticas e saberes médicos corroboram nas práticas socioculturais, assim como tem como pretensão discutir nesse contexto as reformas sanitárias brasileiras.
Ministrante: THALITA MARIANA MOURA RIBEIRO, MATHEUS VITOR PEREIRA LIMA

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 19

Atualmente, as práticas docentes precisam estar atreladas a atender as novas perspectivas que surgem com os novos alunos que adentram na escola. Nessa perspectiva, é viável refletir sobre as ações desenvolvidas pelos professores que possam instigar os estudantes a refletirem sobre o que leem e principalmente, conseguirem analisar o que está implícito nas ideias dos textos. Assim, esse minicurso apresenta como objetivo levar o público, a saber, explorar os gêneros textuais que estão presentes em textos para que possam aplicar novas ações no cotidiano escolar proporcionando um ensino - aprendizagem mais significativo. As etapas a serem cumpridas remetem-se a: discussão sobre gêneros textuais e sua importância no meio social proporcionando novas leituras; apresentação de gêneros textuais diversos; atividade prática em grupo para análise de textos com o intuito de descobrir quais gêneros neles estão implícitos; produção de gêneros partindo das informações dos textos. Fundamentaremos-nos em alguns estudiosos como: Freire, Fazenda, Freire, Cipriano, dentre outros. Minicurso como esse contribui para a melhoria da qualidade do ensino e reflexão sobre a prática pedagógica docente proporcionando dividendos positivos na formação do profissional de ensino. Nesse contexto, o ver, o fazer dos participantes resultará em vários dizeres no cotidiano escolar, bem como sobre os frutos colhidos desse evento edição de 2017 do I COPRECIS, justamente por esta proposta estar atrelada ao grupo de diálogo 03 – Ensino e práticas educativas.
Ministrante: KATIA FARIAS ANTERO, RUTE LEITE MEDEIROS

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 1

Os primeiros estudos sobre o autismo foram desenvolvidos pelo psiquiatra austríaco Leo Kanner, em 1943, que identificou um padrão comum descrito como “um distúrbio afetivo de contato”. Em 1944, o austríaco Hans Asperger descreveu o estudo de um grupo de quatro crianças com dificuldades de integração social, e, embora, esses não apresentassem atraso na aquisição da linguagem, essa se dava de maneira diversa, com um vocabulário muito peculiar, limitação de expressões faciais e presença de movimentos estereotipados, mas, sem prejuízos das competências cognitivas. Esses estudos permaneceram pouco divulgados até 1979, Lorna Wing e Judith Gould introduziram o conceito de “Espectro do Autismo”, que reúne as variações dentro de uma escala de casos mais leves e/ou atípicos até os casos mais graves e típicos. Desde Kanner, em 1943, até os dias atuais muitos estudos tem contribuído para o desenvolvimento de cuidados e o acompanhamento terapêutico para os indivíduos dentro do TEA. O autismo é considerado de origem multifatorial, sem nenhuma causa específica identificada e permanece um transtorno sem cura. Nesse sentido, o tratamento terapêutico é a única forma de propiciar uma vida com alguma independência e mais qualidade aos autistas. As iniciativas de centros de atendimento terapêutico partem, comumente, de entidades científicas e dos pais de crianças autistas. Os dados sobre a incidência do autismo, considerando o seu espectro, na população brasileira estimam que teríamos um contingente de 2 milhões de indivíduos no país como um todo. Segundo Bandim (2011) há uma prevalência de 0,2% da população, freqüência bem mais alta do que se estimava nos anos de 1970 e 1960, hoje essa incidência é de cinco a dez vezes maior do que nessas décadas. Nosso minicurso propõe a discussão sobre as práticas educativas que acompanharam não apenas o aumento desse contingente, mas, além disso, as mudanças infligidas pelas leis de inclusão e, principalmente, pela mudança de paradigma no espaço educacional. A discussão dessa prática de inclusão do aluno com autismo torna-se fundamental para os professores em formação, para os professores em atuação e para a comunidade que constrói a escola de maneira geral. Uma vez que, cada vez mais alunos com autismo estão iniciando suas vidas acadêmicas e precisam que os profissionais que os recebem tenham conceitos e formação adequada. Nos fundamentamos em Donvan e Zucker (2016), Surian, 2010 e Bandin (2011).
Ministrante: MARCIA TAVARES SILVA, PAVULA MARIA SALES NASCIMENTO

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

São quatro as operações matemáticas fundamentais, sendo elas adição, subtração, multiplicação e divisão. O ensino dessas quatro operações nos anos iniciais é repassado por um único modelo na maioria das escolas, baseado no ensino tradicional. Entendemos que aulas tradicionais com apenas exposições de conteúdos não são suficientes para a aprendizagem das quatro operações. Pesquisas realizadas por Silva, Lourenço e Côgo (2004) indicam que um dos objetivos principais de qualquer educação matemática é o de utilizar com compreensão as operações matemáticas fundamentais e não se ater apenas na memorização de algoritmos. Desse modo, através do manuseio de materiais manipuláveis, pode-se desenvolver nos alunos o requisito de não memorização, mas de conhecimento e entendimento do assunto, de grande importância nos anos escolares futuros. Com essa abordagem pedagógica, o aluno, além de receptor do conteúdo, passa a ser agente principal na aquisição do mesmo. Objetivamos em nosso minicurso apresentar uma metodologia de ensino das quatro operações por meio do material dourado, do ábaco e da escala cuisenaire a professores da educação básica e graduandos de Pedagogia e Matemática. Pretendemos, em um primeiro momento do minicurso, apresentar as fundamentações teóricas das ideias expostas e após este apresentar os materiais manipuláveis. Em seguida, solicitaremos que os participantes resolvam problemas propostos com o auxílio dos mesmos. Posteriormente, explanaremos todos os tópicos envolvidos no minicurso, e ao fim destinaremos espaço para perguntas e dúvidas. Esperamos neste minicurso desenvolver e possibilitar aos participantes uma melhor compreensão do ensino e da aprendizagem das quatro operações matemáticas fundamentais via manipulação de materiais didáticos, além de trabalhar o conteúdo de forma mais atrativa e organizada.
Ministrante: ABIGAIL FREGNI LINS, ELISIANE SANTANA DE LIMA, JOSE EDIELSON DA SILVA NEVES

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 3

Ementa: Para desenvolver um projeto de pesquisa em qualquer área do conhecimento, entre muitos desafios está o encontro com as fontes. Vivemos num mundo conectados com uma diversidade de oportunidades para encontrar o conhecimento que não está no anonimato, ou seja, alguém já disponibilizou para outros pesquisadores. Mas, quando o que precisamos não está tão acessível, o que fazer? Como encontrar? Como ler as fontes? Quais fontes respondem a problemática pensada? Estes são desafios metodológicos, que nos movem para organizar essa oficina. Portanto, considerando nossas vivências acadêmicas como pesquisadora(e)s em arquivos públicos o objetivo desta oficina é oportunizar informações práticas de como proceder as pesquisas em arquivos em diversas áreas do conhecimento. Sensibilizar os participantes para pensar os arquivos como nos diz Frage (2009, p.66) “em plena coleta, não há como dispensar informações, pois o importante é deter o conjunto de dados sobre a questão, naturalmente nos limites cronológicos e espaciais previamente estabelecidos”. Então, podemos buscar os documentos como fontes do conhecimento, se emocionar com o encontro e produzir o tão sonhado trabalho científico. Palavras-chave: Arquivos; Fontes de Pesquisas; Conhecimentos.
MARINALVA BEZERRA VILAR DE CARVALHO, ALEXANDRO DOS SANTOS, NIKA KEOMA LUSTOSA DE SOUSA

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 2

O presente minicurso está em conformidade com o Grupo de Diálogo “Minorias étnicas: novas abordagens e experiências culturais e históricas na educação”. O recorte estabelecido para o minicurso é a apresentação de metodologias do ensino para o trabalho com História da África e Cultura Afro-brasileira em sala de aula. Desembarcados de navios negreiros entre os séculos XV e XIX, africanos de etnias variadas, na condição de escravizados, foram trazidos à terra que viria a chamar-se Brasil. Comprados e vendidos, alguns alforriados, os africanos e seus descendentes viveram à margem da sociedade. Concentrados especialmente nas regiões que hoje correspondem ao Nordeste e ao Sudeste do país, eram forçados a longas jornadas de trabalho em plantações de cana-de-açúcar e em minas de ouro e diamante, em péssimas condições de sobrevivência. Foram maltratados e reprimidos de diversas formas, como, por exemplo, no que diz respeito à sua religiosidade, com os seus rituais religiosos causando estranhamento e sendo vistos negativamente pelo clero católico. Mesmo após a abolição da escravatura, em 1888, não houve políticas que inserissem essa população na sociedade e na economia, de modo que as reminiscências desse contexto histórico permaneceram/permanecem em nossa sociedade. Por muito tempo, a falta de oportunidades fez com que a população negra não estivesse presente em lugares de prestígio social. Apenas após a década de 1980, o Movimento Negro no Brasil ampliou a visibilidade das questões étnico-raciais e cobrou do governo federal a instalação de políticas afirmativas e assistencialistas para os grupos marginalizados. Os ativistas também tinham por objetivo a quebra na estrutura horizontal da educação e os seus questionamentos salientavam a (re)significação da naturalização das desigualdades raciais. Um dos mecanismos que possibilitava tal mudança seria justamente os debates sobre o tema na formação educacional, o qual por muito tempo não foi devidamente discutido nas escolas e na sociedade. No ano de 2004, foram aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação as Diretrizes Curriculares Nacionais, atendendo à Lei 10.639/03, a qual alterou a Lei 9.394/96 — Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional —, a fim de incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-brasileira”. Considerando a importância do debate sobre a História da África e Cultura Afro-brasileira como significativo para a compreensão da formação da sociedade brasileira, além de constituir um elemento marcante para a problematização do preconceito racial, para a inclusão de grupos marginalizados socialmente, o respeito à diversidade e a tolerância religiosa, o presente minicurso oferecerá subsídio teórico e metodológico para que tais questões sejam aplicadas em sala de aula por professores de História, assim como também atenderá aos questionamentos dos estudantes de Licenciatura em História ou de áreas afins. Nossa fundamentação teórica referente às questões étnico-raciais em sala de aula está alicerçada em autores como Nilma Lino Gomes, Tomáz Tadeu da Silva, Marisa Vorraber Costa, Manuel Pereira de Macedo Neto, Carlos Serrano e Maurício Waldman. Ao longo do minicurso, demonstraremos algumas opções de trabalho com História da África e Cultura Afro-brasileira, bem como apresentaremos os percursos metodológicos para a sua efetivação. Nossas abordagens contemplarão o uso de histórias em quadrinhos em sala de aula, literatura e suportes audiovisuais.
Ministrante: ALINE PRAXEDES DE ARAÚJO, APARECIDA BARBOSA DA SILVA

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 2

O Teatro do Oprimido (TO), inspirado na Pedagogia do Oprimido de Paulo Freire, foi criado por Augusto Pinto Boal, dramaturgo brasileiro, que considerava o teatro uma arma educativa e transformadora. Para Boal (1980), é através dos métodos abarcados pelo TO, que o sujeito oprimido, antes um espectador de sua história, consegue expressar as suas insatisfações e assume o papel de protagonista de sua vida, se tornando o detentor do poder de transformação dessas situações opressoras. A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde traz uma proposta político pedagógica que realiza uma interlocução entre os saberes e as práticas que visam a modificação do cotidiano. Nesse sentido, observa-se que o TO vai ao encontro desta proposta, uma vez que ele é voltado à promoção dos processos que contribuem para a transformação de realidades. Dessa forma, o objetivo do minicurso será o de proporcionar o conhecimento teórico-metodológico do TO, a fim de que seja utilizado nos serviços de saúde para promover a autonomia dos sujeitos e a transformação social. O minicurso será inicializado com a fundamentação das metodologias que compõem o TO, a saber: Teatro Imagem, Teatro Jornal, Teatro Invisível, Teatro Legislativo e Teatro Fórum. Após a parte teórica, ocorrerá a parte prática, que se dará com as seguintes etapas: realização de técnicas de aquecimentos com exercícios teatrais e dinâmicos, jogos, Teatro Imagem e o Teatro Fórum. O minicurso irá proporcionar aos profissionais o conhecimento de uma metodologia participativa que possibilita o surgimento de vínculos que ocorrem através de atitudes ético-estético-políticas, as quais fortalecem a rede dos dispositivos de saúde e promovem o encontro com as novas sensibilidades que perpassam os conceitos da saúde e do cuidado. Assim, verifica-se que o TO é um instrumento pedagógico e educativo, que baseia a sua prática na atuação dos sujeitos enquanto agentes transformadores de suas realidades, os quais conseguem encontrar formas de criar e de se expressar no processo de construção do saber durante a transformação das lides cotidianas.
Ministrante: JULLYANNE ROCHA SAO PEDRO

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 27

Esse minicurso tem como objetivos: promover reflexões e discussões sobre a História Oral, como método de investigação em pesquisas; explicitar as etapas para construção de pesquisas utilizando a História Oral. A metodologia utilizada para a construção desse minicurso será feita nas seguintes etapas: a) A importância de ouvir/contar histórias; b) A História Oral como método em pesquisas qualitativas; c) Etapas para construção de pesquisas envolvendo a História Oral; d) O acervo das histórias e a produção científica. Espera-se que esse minicurso desperte o interesse no processo de ouvir/contar histórias como uma atividade dinâmica, capaz de captar as singularidades dos sujeitos dentro de seus contextos sócio-culturais, trazendo para o pesquisador uma amplitude maior na compreensão dos fatos e das experiências vivenciadas e possibilitando ao depoente a resignificação de suas histórias.

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 0

Ementa: No meio acadêmico-científico, deparamo-nos constantemente com a necessidade de participar de eventos, nos quais nos são requeridas capacidades de síntese, de assimilação de conteúdo, de domínio de programas como Power Point, de apropriação de normas, de oralidade formal, por exemplo. Em contrapartida, são poucos os momentos destinados à discussão e ao desenvolvimento/aprimoramento dessas capacidades, tornando-se uma lacuna nos vários cursos de graduação. Em outras palavras, com o propósito de se legitimar enquanto especialista da sua área, o graduando necessita inserir-se em diversas práticas letradas que permitam a reconfiguração de sua identidade profissional docente-pesquisador. É preciso dominar o saber dizer e o saber fazer, a partir de gêneros formais escritos e orais, que, nem sempre, são sistematizadas nas disciplinas da formação universitária. Diante disso, o minicurso aqui proposto objetiva: (1.) refletir sobre práticas de letramento acadêmico, contribuindo para a formação profissional crítico-reflexiva do participante das diversas áreas; (1.1) explorar normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e recursos do programa Power Point, que subsidiam à exposição oral, necessários a eventos de divulgação acadêmico-científicos; (1.2) discutir sobre a sumarização de ideias para a preparação de exposição oral em eventos acadêmico-científico; (1.3) debater sobre saberes (re)construídos acerca da vivência acadêmica desenvolvidos na universidade. Dentre as etapas de realização, destacam-se: ética em pesquisa e produção textual; normas da ABNT (citação, referência, apresentação gráfica e estrutura); recursos do Power Point (designer, animação, exibição, inserção de vídeo e áudio); esquema como instrumento por meio do qual o praticante sumariza as principais partes de um conteúdo para a apresentação oral. Esta proposta relaciona-se à temática central e dos grupos de diálogos por trazer reflexões que subsidiam a formação docente-pesquisadora das várias áreas de conhecimento. Ministrantes: Elisa Cristina Amorim Ferreira; Hermano Aroldo Gois Oliveira

Carga Horária: 4h

Vagas Disponíveis: 1

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